

Confiram acima o interesse dos alunos no estudo dos temas. Abaixo podemos observar as apresentações que fize






mos em sala de aula.
Colégio Estadual Francisco Lourenço Alves - Localizado em Porto Velho do Cunha, município de Carmo - RJ.








mos em sala de aula.






Lenda da SereiaTeatro: Lenda da Sereia
Narrador: Se há seres aquáticos que de algum modo podem ser responsabilizados pelas seculares lendas sobre a sereia, a encantadora mulher-peixe dos mitos de tantos povos, esses inquestionavelmente são os manatis, os representantes da família dos triquequídeos. Isso por causa da vaga semelhança entre seu corpo e o corpo feminino, na área do tórax: como as mulheres, os manatis têm duas mamas peitorais. Esse é o motivo pelo qual esses seres receberam o nome de Sirenia, que vem de sereia. As lendas são relatadas por navegantes que se depararam com o dugongo
Narrador: O pescador chega na praia e encontra outros dois pescadores
Pescador 1 – Gente, gente, acabei de estar com uma sereia!
Pescador 2 – Ora, isso é história de pescador, se fosse uma sereia você teria sido atraído para o fundo do mar.
Pescador 1 – É verdade, passei a noite conversando com ela, encostado na rocha das sereias, acho que estou apaixonado! Vou indo.
( O pescador 1 sai)
Pescador 2 fala com o pescador 3: Será que essa história é verdadeira?
Pescador 3: Não sei, mas pode deixar que vou conferir.
Narrador: No dia seguinte...
Pescador 1: Bom dia!
Pescador 2: E aí João, encontrou com sua sereia esta noite de novo?
Pescador 1: É claro, passei a noite admirando sua beleza. É uma linda mulher com aquela imensa cauda de peixe...
(o pescador 1 sai)
Pescador 3: É agora que vou conferir essa história. Vou até a rocha das sereias.
Narrador: O pescador sai para conferir a história de seu amigo. Nesse momento chega à praia uma embarcação e dela desce um navegante histórico – Cristóvão Colombo.
Cristóvão Colombo: Acabei de ver 3 sereias nas rochas das sereias, mas confesso que as achei bem pouco formosas, não fazendo jus à mitológica beleza.
(Cristóvão Colombo se retira)
Narrador: Chega então o pescador muito espantado:
Pescador 3: Você não vai acreditar, a sereia que o João ta namorando é uma fêmea do peixe boi do mar. Ela estava na rocha amamentando seu filhote. Seu corpo parece o de uma mulher e ela segura o filhote como uma mulher humana para amamentar. Seus peitos também são localizados como o de nossas mulheres. Coitado do João! Está apaixonado por uma Manati.
Narrador: Também conhecida como a “mãe das águas”, Iara é uma personagem do folclore brasileiro . De acordo com a lenda, de origem indígena, Iara é uma sereia (corpo de mulher da cintura para cima e de peixe da cintura para baixo).
Contam os índios da região amazônica que Iara era uma excelente índia guerreira. Os irmãos tinham ciúmes dela, pois o pai a elogiava muito. Certo dia, os irmãos resolveram matar Iara. Porém, ela ouviu o plano e resolveu matar os irmãos, como forma de defesa. Após ter feito isso, Iara fugiu para as matas. Porém, o pai a perseguiu e conseguiu capturá-la. Como punição, Iara foi jogada no rio Solimões (região amazônica). Os peixes que ali estavam a salvaram e, como era noite de lua cheia, ela foi transformada numa linda sereia.
Iara fica no rio.
Um índio chamado Tapuia na margem do rio vê Iara e é atraído por seu lindo canto.
Tapuia se joga no rio e vai ao encontro da sereia Iara, encantado pelo seu canto nupcial.
Num mergulho é carregado pelas mãos da noiva.
Uns dizem que naquela noite houve festa no chão das águas e que foram felizes para sempre.
Outros dizem que na semana seguinte a insaciável Uiara voltou para levar outra vítima.
